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Mostrando postagens de junho, 2012

When it's time to go

"Sometimes the realization is a loud, crashing blow to the heart and sometimes it’s more of a tap on the shoulder, a gentle awakening. We graduate from high school with eyes wide open for the future. Then, we graduate from college, teary-eyed and scared sh-tless of that same future. We move from our childhood homes and childhood cities. We move back and then away and then back again. We lose touch with friends we thought we never, ever would. Maybe we’ll reconnect with some. Maybe we won’t. We change fashions and trade   jobs   and slip into new hobbies. We break up and we divorce and we lose so many of the very, very important keepsakes that we’ve carried with us and treasured for so long. We watch the people that we love die. We go and we let go and, sometimes, we are let go of. (...)" Kirsten Chen (Thought Catalog)
“O que mais me surpreende na humanidade são os ‘homens’. Porque perdem a saúde para juntar dinheiro. Depois, perdem dinheiro para recuperar a saúde. E por pensarem ansiosamente no futuro, esquecem-se do presente de tal forma que não vivem nem o presente, nem o futuro. E vivem como se nunca fossem morrer… E morrem como se nunca tivessem vivido.” Dalai Lama

Método perigoso

Quando eu estava no auge da minha adolescência, sempre tive alguém para me dizer 'Daqui uns anos você vai rir disso então não leve tudo tão a sério'. De fato, eu dou risada quando relembro as coisas que aterrorizavam minha vida há dois anos atrás, principalmente quando estou junto aos amigos que estavam comigo essa época. Outra coisa que sempre me diziam era para não criar muitas expectativas, pensar sempre no presente e moderadamente no futuro, senão ele nos consumiria.  Isso eu ainda não consigo.  Todos os dias acordo, vou estudar, almoço, estudo mais um pouco, treino meu desenho, passo um tempo na internet. Todos os dias, entre cada atividade do meu dia-dia e mesmo no meio delas, me pergunto o que quero da vida, que carreira vou escolher na terceira vez que prestar vestibular, onde vou estar ano que vem, quem vai estar lá comigo. Todos os dias sonho com o dia em que vou ser '8 ou 80', em que vou trabalhar com o que eu amo e matar essa necessidade inexplicável de viaj...

How to be a teenager

You’re going to kiss. You’re going to scream. You’re going to put your life in danger without ever realizing it. You’re going to listen to bad music. You’re going to be bored. You’re going to feel high off your feelings. You’re going to feel high off drugs. You’re going to be close to people who will feel like strangers in a matter of years. You’re going to do terrible things. You’re going to do your homework… maybe. You’re going to rely entirely on fun nights with your friends for your happiness because you don’t know how to love yourself yet. You’re going to be so happy and so sad. And you’re rarely, if ever, going to realize how lucky you are to be a teenager until it’s over. Ryan O'Connell

Amando sua família.

 Depois dos quatro meses que morei fora de casa e da morte do meu irmão mais velho, comecei a reparar o quão incrível minha família é. Sempre apreciei as viagens que sempre fazemos e todos os Natais -todos, sem exceção- que passamos na mesma casa no interior de São Paulo com os outros familiares. Mas a verdade é que o sentimento que temos pela nossa família é uma linha tênue entre amor e ódio.  Você odeia quando sua mãe fala a mesma coisa quatro vezes em uma hora e espera que você a responda como se fosse a maior novidade do mundo. Você odeia quando sua irmã começa a estudar Humanas e pede para você desligar a música. Você odeia quando seu pai chega em casa e toma o controle remoto para se afundar nos noticiários melancólicos e violentos.   Você se sente com quinze anos de idade quando as palavras que você mais dizia era 'Quero ficar sozinho' e a única coisa que queria era ficar longe de todo mundo. Mas você não tem mais quinze anos, e mesmo assim continua tenso lapsos ...
"Eu preciso aprender a ser menos. Menos dramática. Menos intensa. Menos exagerada. Alguém já desejou isso na vida: ser  menos? Pois é. Estranho. Mas eu preciso. Nesse minuto, nesse segundo, por favor, me bloqueie o coração, me cale o  pensamento, me dê uma droga forte para tranqüilizar a alma. Porque eu preciso. E preciso muito. Eu preciso diminuir o  ritmo, abaixar o volume, andar na velocidade permitida, não atropelar quem chega, não tropeçar em mim mesma. Eu preciso  respirar. Me aperte o pause, me deixe em stand by, eu não dou conta do meu coração que quer muito. Eu preciso desatar o nó.   Eu preciso sentir menos, sonhar menos, amar menos, sofrer menos ainda. Aonde está a placa de PARE bem no meio da minha  frase?" já dizia Fernanda Young