O mundo girou, os 365 dias passaram em forma de meses e hoje, mais uma vez, fico surpresa com a rapidez das mudanças, do tempo. Me desculpe Vinicius, mas meu tempo não é quando. Tenho levado tão a sério o carpe diem que viver apenas o presente não melhorou meu aproveitamento do tempo não, só piorou minha ansiedade de fazer, pensar e dizer tudo de uma vez, deixando minha cabeça uma balbúrdia. A rpm do meu último ano me deixou desconcertada, mas tudo tem uma consequência, certo? E consequências não precisam ser necessariamente ruins. Eu me organizei num carpe diem suave, onde dizer já não é tão importante quanto o pensar; onde o fazer não atropela a vontade; onde o pensar vem de dentro, e não de fora. O carpe diem 2.0 não me obriga a filosofar e a escrever bonito porque é bom, ele me faz lembrar do que muitos esquecem e a me expressar como bem quiser, porque liberdade de expressão é a minha mais nova filosofia. 'Um jovem guerreiro gritando,sem tempo para dúvidas com a dor e fúria não...
Now she walks through her sunken dream