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Era pós-Meg Ryan

As vezes tenho vontade de mandar a Meg Ryan à merda. Ela e toda sua galera do mal que ganha seus milhões com os filmes comerciais de comédia romântica que Hollywood produz com tanto orgulho. Quem eles pensam que são enganando os espectadores com toda aquela água com açúcar que eles promovem?
Um homem e uma mulher que aparentemente não tem chance nenhuma de ficar juntos levam aproximadamente 120 minutos para ter um final com direito à sorrisos e declarações de amor que já fizeram muita mulher desse mundo chorar e rezar à Deus que um dia possa ouvir as três palavrinhas mágicas de seu amor platônico.
Wake up call.
Sou uma grande cinéfila, adoro filmes, documentários, curta-metragens e derivados, mas não aguento mais ver as descendentes de Meg Ryan lançar aos sete ventos num mundo em que as pessoas se casam e se divorciam mais rápido do que trocam de roupa, que duas pessoas perdidas nesse mundo estão destinadas a se encontrarem. Pelo amor da minha sanidade, falem de amor, não falem da mesma ladainha chata que Hollywood adotou desde que o cinema se tornou grande como é. Tem tanto amor para ser falado, tem tanta história de verdade com fins alternativos. Não quero mais ver a mesma história em que apenas a profissão e os costumes do personagem mudam. Quero ver diversidade.
Amor não correspondido, amor obsessivo, amor eterno, amor passageiro, amor físico.. escolham, mas deixem a Meg Ryan de lado, afinal, Tom Hanks já seguiu em frente!

Baci.

Comentários

Manuela disse…
Criatura do céu..concordo com tudo.

Perfeito!!

Eu confesso que já assisti mtos filmes dela e gostei, mas tudo tem seu tempo..e o dela, obviamente, já passou. ;)

Bjossssssssssssss.
DANIEL MORAES disse…
Acredito no amor e nos amores de cinema. Aliás, o meu caso de amor poderia dá um belo filme água com açucar... rsrs. Tem texto novo no Sub Mundo. Bjus.

http://submundosemmim.blogspot.com